Ainda tenho a preguiça do sono em mim. Levantei-me há pouco e sinto que parte de mim ainda dorme. Telefonei-te e o som da tua voz embalou-me mais um pouco. Chove lá fora. Queria começar o ano aninhada em ti, os dois a ver na televisão programas inócuos, confortados pela proximidade do outro. Já aconteceu, pode ser que volte a acontecer.
Não quero fazer retrospectivas. Não me apetece, tenho medo. Li o que escreveste, adorei cada palavra, mas não quero pensar no ano que passou. Não quero pensar no ano que vem também. Nos últimos dois anos desejei aos meus amigos mimos e afectos e acho que os recebi de volta com juros. Este ano nem isso me atrevo a desejar. Queria um ano simples.
Mas tenho que te dizer algo, devo-te isso depois de tudo o que passámos juntos.
Completas-me. Equilibras-me. Eu sei que te disse isto antes e que não é novidade, mas quando penso em nós é o que me ocorre. Isso e quentinho.
Nada disto faz sentido, mas também sei que não tem que fazer. Sei que vais ler e perceber. Para acabar como tu acabaste: quando penso no ano que passou só me ocorre uma expressão, que sei que globaliza tudo o que de bom, quente, doce e confortante temos entre nós, CHÁ COM TORRADAS!
Não quero fazer retrospectivas. Não me apetece, tenho medo. Li o que escreveste, adorei cada palavra, mas não quero pensar no ano que passou. Não quero pensar no ano que vem também. Nos últimos dois anos desejei aos meus amigos mimos e afectos e acho que os recebi de volta com juros. Este ano nem isso me atrevo a desejar. Queria um ano simples.
Mas tenho que te dizer algo, devo-te isso depois de tudo o que passámos juntos.
Completas-me. Equilibras-me. Eu sei que te disse isto antes e que não é novidade, mas quando penso em nós é o que me ocorre. Isso e quentinho.
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