Saboreio-te. Horas depois de te deixar, sinto ainda o teu sabor nos meus lábios. Intenso, doce, a tabaco e cereja. Como se estivesse a ser beijada por um fantasma. Pergunto-me se a memória dos teus beijos alguma vez se desvanecerá. E pergunto-me constantemente onde é que vamos parar e se conseguiremos não ir mais longe. Lembro-me das conversas que tivemos, das vezes que pensei que seria o último post, que o blog estava encerrado. E não consigo, nunca consigo.
Gravo o sabor na memória. O que quer que se passe ou não, a Primaverá saberá sempre a tabaco e cereja.
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