As palavras hoje não saem. Estou assim desde que li o que escreveste. Quero gritar que também sonho, que também quero, que também sinto e as palavras encravam. Escrevo e apago, escrevo e apago.
Uma coisa sei: não é o admitir que vai tornar a paixão real, tal como não é o negá-la que a vai fazer desaparecer. E há paixões inadmissíveis.
Não me saem as palavras. Mas também não tenho que as escrever, porque sei que as lês em mim.
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