terça-feira, 22 de abril de 2008

Almoço

Leio e releio as tuas palavras. Assusta-me o cortar de repente...Não quero.
Tu não te interpões entre mim e a minha felicidade. Aliás és tão parte da minha felicidade como eu sou parte da tua... Há coisas que não têm explicação, são e pronto. Desarrumam gavetas, afagam-nos os cabelos, arrepiam-nos a pele... fazer o quê?
As coisas seguirão o seu caminho, e neste momento aquilo que disse é o que consigo dizer.
As empatias, as paixões, os amores, acontecem quando e como têm que acontecer, não se escolhem, não se mandam, não se procuram....acontecem e pronto...e fugires, cortar, é fuga para a frente que não me parece tenha grande resultado prático a não ser uma enorme sensação de vazio.
Não te adorarei menos se fugires... ficarei com aquela enorme sensação de vazio, de me faltar parte de mim, que és.

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